Home
Quem somosO que oferecemos a nossos pacientesRede de apoioDoenças GenéticasCadastro NacionalNotíciasLinks

Lar Escola São Francisco, entidade filantrópica que possui uma oficina ortopédica, doa para a ABDIM órteses de membros inferiores para pacientes com indicação de uso

leia mais


Mayana Zatz concede entrevista sobre células-tronco em tecido adiposo

leia mais


Cadastro Nacional

Participe e divulgue. Sua presença ajudará a Abdim a mapear a distrofia muscular no Brasil.

leia mais



 

 

Fisioterapeuta da ABDIM participa do Congresso Americano de Medicina e Reabilitação em Toronto, Canadá.

O tema reabilitação e acessibilidade aos pacientes com incapacidade física, foi discutido no American Congresso of Medicine e Rehabilitation, que aconteceu entre os dias 15 e 19 de outubro de 2008 em Toronto, Canadá.

O Congresso foi organizado pela Sociedade Americana de Neuroreabilitação e contou com a presença de diversos profissionais da área da saúde como fisioterapeutas, neurologistas, fisiatras, ortopedistas, terapeutas ocupacionais, psicólogos e pesquisadores de todo o mundo reconhecido pelas pesquisas realizadas em reabilitação. O congresso tem  como    objetivo,   através de 

uma abordagem multidisciplinar realizar e divulgar pesquisas para pessoas com deficiência, promovendo investigação da reabilitação e sua aplicação na prática clínica

A ABDIM também esteve presente no congresso, representada pela fisioterapeuta Denise Caldeira Troise. Denise apresentou seu trabalho: “Os benefícios das órteses tornozelo-pé no tratamento da contratura da flexão plantar na distrofia muscular”.

O objetivo do trabalho foi avaliar a eficácia dessa manobra nos pacientes com DM.

Trinta e nove pacientes de ambos os sexos com diagnóstico de distrofia muscular (DMD, DMB, DMC, FSHC, Distrofia miotônica tipo I), idades entre 06 e 42 anos, participaram deste estudo. Os pacientes foram divididos dois grupos: grupo aderente, composto por 25 pacientes, que fizeram uso da órtese tornozelo-pé, e grupo não aderente, composto por 14 pacientes os quais que se recusaram a fazer uso da órtese tornozelo-pé. O grupo aderente fez uso da órtese de polipropileno diariamente por no mínimo 4 horas, durante um ano. Um goniômetro foi utilizado para avaliação da amplitude de movimento do movimento de dorsiflexão do tornozelo inicialmente, após 6 e 12 meses em ambos os grupos. Os resultados do presente estudo sugeriram uma melhora do movimento de dorsiflexão no grupo aderente nos primeiros seis meses de uso da órtese e uma manutenção dessa amplitude após um ano em comparação com o grupo que não fez uso da órtese.

Além do trabalho apresentado no congresso, Denise pôde conversar com profissionais do mundo inteiro sobre os avanços mundiais na área de reabilitação e demonstrar o que está sendo realizado no Brasil.

O resumo do trabalho foi publicado na Archives of Physical Medicine and Rehabilitation, Volume 89, Issue 10, Pages e48-e48 sob título: Poster 78: The Effects of Ankle-Foot Orthoses in the Treatment on the Evolution of Plantarflexion Contracture in Muscular Dystrophy. D. Troise, M. Fornari, M. Hukuda, M. Hayashi.

Pode ser visto no:

http://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0003999308007399

Site do congresso: www.acrm.org